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A Companhia / Maria Muge

Maria Muge

Maria Muge

Atriz

Nasceu em Lisboa em 1994. Começou o seu percurso artístico no Curso Profissional de Artes do Espetáculo, concluído com a média de 15,7 valores, na Escola Secundária D. Pedro V. Durante o mesmo, participou em variados projetos escolares e profissionais, em contexto de estágio.

No estágio profissional, com a função de contrarregra/figuração, participou em diversas produções, no Teatro da Trindade:
•  Vozes de trabalho, texto e encenação de Tiago Torres da Silva;
•  A Mãe, de Brecht, encenação de Joaquim Benite (produção);
•  Casamento em Jogo, de Edward Albee, encenação de Graça P. Corrêa (produção);
•  Barioná, de Jean-Paul Sartre, encenação de Júlio Martín da Fonseca;
•  Segredos, texto e encenação de Catarina Romão Gonçalves, no Auditório Chaves Santos (atriz).

Em contexto escolar (curso profissional):
•  Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, encenação de Victor Sezinando, no festival do Teatro da Malaposta;
•  E as pessoas? Onde é que elas estão no meio disto tudo?, encenação de Cláudio Teixeira, no Auditório Chaves Santos;
•  Fim de Linha, de Letizia Russo, encenação de Joana Sapinho, no Auditório Chaves Santos;
•  Thelma & Louise, de Callie Khouri, encenação e adaptação de Maria Muge e Alexandre Pato, no Auditório Chaves Santos. (Prova de aptidão profissional, com avaliação de 19 valores.)

Concluiu recentemente a licenciatura em Teatro - Ramo Actores, na Escola Superior de Teatro e Cinema. Destaca o trabalho com Jean Paul Bucchieri, Luca Aprea, Howard Sonenklar, Pedro Matos, Bruno Bravo, Luís Correia, Elsa Braga e Maria Repas. Foi dirigida, no projeto final, por Cristina Carvalhal, em Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, com apresentação, também, no Festival ao Largo.

Em contexto académico:
•  As Bacantes, de Eurípides, encenação de Pedro Matos e dramaturgia de Rui Pina Coelho;
•  Romeu e Julieta, de Shakespeare, encenação de Bruno Bravo e dramaturgia de Rui Pina Coelho.

Participou em vários projetos de publicidade e ficção. Em contexto profissional mais recente, entrou no espetáculo Eternidade para Trás (2015), com encenação de Ana Picoito, diretora da companhia de teatro Quarto Crescente. Trabalhou, neste último ano, com a companhia de teatro II Acto, num projeto de teatro musical infantil, A Fada Oriana, um texto de Sophia de Mello Breyner Andresen.

Atualmente, trabalha, também, com a companhia de teatro Bruta.

ASSISTÊNCIA E TÉCNICO LUZ/SOM